terça-feira, 3 de julho de 2012

Curso Marcos Legais e Patentes em Biotecnologia

Com o objetivo de divulgar as políticas de inovação e a importância de patente para academia, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA - iniciou na manhã desta segunda-feira, 2, o Curso Marcos Legais e Patentes em Biotecnologia. A capacitação é oferecida pelo Núcleo de Inovação Tecnológica - NIT, em parceria com o curso de Biotecnologia da Instituição.

Segundo o professor Márcio Furukava, coordenador do curso, o objetivo é esclarecer as principais etapas envolvidas na elaboração de uma patente ou modelo de utilidade, bem como discutir a respeito da Lei de Inovação e da importância do desenvolvimento de patentes dentro da Universidade. As aulas acontecem até a próxima sexta-feira, sempre das 7:30 às 11:30 e das 13:30 às 17:30, no Auditório do CTARN, localizado no Campus Leste da UFERSA.

De acordo com a professora Raphaela Barreto, que também faz parte da coordenação do evento, a procura pelo curso foi tão intensa, que foi preciso aumentar o total de vagas disponíveis inicialmente. “Tínhamos quarenta vagas e a procura superou as noventa pessoas. Por isso, mesmo aumentando a quantidade dessas vagas para cinquenta, muita gente infelizmente ficou de fora”, explica Raphaela, frisando ainda que o NIT está desenvolvendo uma parceria com a Embrapa a fim de levar o projeto para outras instituições.

O curso é ministrado por Genésio Vasconcelos, da Embrapa Agroindústria Tropical na Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica do Estado de Ceará e da Rede de Incubadoras de Empresas do Ceara. Com experiência na área de administração, com ênfase em marketing, Genésio atua principalmente em temas como transferência de tecnologia, incubação de empresas, empreendedorismo, inovação e propriedade industrial.

Aberto a professores e estudantes da UFERSA, a capacitação conta com a participação de estudantes de variados cursos de graduação e pós-graduação. Este caráter interdisciplinar possibilitou, por exemplo, a participação de Danillo Lima. Para o jovem estudante de direito, apesar de ser voltado para produção tecnológica, o curso aborda também a parte jurídica. “Aqui você consegue dar um direcionamento no que diz respeito à parte legal do processo”, opina Danillo.

Já Eduardo Vidal, estudante de biotecnologia, numera os principais objetivos para sua participação na capacitação. “Em primeiro lugar procuro agregar conhecimento. Acho de grande importância o conteúdo desse curso. E em segundo lugar, quero enriquecer meu currículo”, encerra o estudante.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Projetos levam conhecimento para assentados da MAISA

Dois projetos de extensão desenvolvidos pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido estão levando o conhecimento adquiridos pelos universitários para as comunidades agrícolas assentadas na MAISA. Ao todo, são 20 estudantes distribuídos nos projetos PET Campo e PROEXT Agricultura Família, coordenado pelas professoras Elisabete Stradiotto Siqueira e Luciana Nepomuceno, respectivamente. Os estudantes são dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito. Além do aprendizado prático, os universitários são beneficiados com uma bolsa de R$ 360,00, PET Campo e, de R$ 400,00, PROEXT Agricultura Familiar.
A ideia é promover oficinas de capacitação com temas voltados para a realidade dos assentados. “O trabalho acontece cinco comunidades – Poço 10, APAMA, Paulo Freire, Pomar e Real – beneficiando mais de 200 pessoas, entre agricultores e seus familiares”, a firma a professora Elisabete Stradiotto. No planejamento contempla cinco oficinas Gestão Ambiental, Marketing, Gestão Financeira, Gestão de Pessoas e Direitos Humanos. “As duas primeiras já aconteceram com resultado bastante positivo”, avalia a professora Elisabete.
O trabalho, que vai prosseguir até o fim do ano, data do encerramento dos projetos de extensão, acontece aos domingos. “É uma forma que encontramos para fortalecer, com a prática, um campo de estudo nas áreas do direito, contabilidade e da administração levando o saber da universidade para as comunidades agrícolas”, justifica, possibilitando ainda aproximar a academia das comunidades. Para a professora, outro ponto importante é proporcionar aos universitários uma formação mais humanística.
A professora Luciana Nepomuceno também avalia o trabalho dos universitários de forma positiva. Para ela, é uma oportunidade para conhecere uma realidade diferente da vivenciada pelos estudantes. “Nos assentamentos os universitários colocam em prática as ferramentas que aprendem no curso, além de ser uma experiência muito positiva para as comunidades que passam a ter acesso a informações sistematizadas e organizadas sobre gestão de pequenos empreendimentos agrícolas”, considerou.
Para estudante do sexto período do curso de Administração, Águida Jéssica de Freitas Dantas, a experiência no PET Campo está sendo proveitosa. “É a melhor possível. Além de oportunizar conhecer outra realidade, relacionar a teoria apreendida em sala de aula com a prática aprimora ainda mais os nossos conhecimentos”, avaliou.
Para a Águida, o curso de Administração tem a sua grade curricular voltada para o espaço fechado das empresas e ao chegar aos assentamentos o estudante constata que muita coisa vista em sala de aula se pode colocar em prática para melhorar as condições de pequenos agricultores.
Já a estudante também do curso de Administração, integrante do PROEXT, Luzivânia Ferreira Moreira, o projeto veio complementar a sua formação acadêmica. “Participar da extensão universitária era o que faltava no meu currículo, tenho alguns artigos publicados, e essa experiência só veio acrescentar na minha formação universitária”, considerou.
A estudante ressalta a receptividade dos agricultores e de seus familiares em assimilar novas informações. “É muito gratificante repassar os nossos conhecimentos e perceber o interesse das pessoas em aprofundar os temas debatidos”, frisou, se referindo a oficina sobre meio ambiente que foi bastante participativa.
                 
 
                     

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Curso aborda importância de gerenciar resultados

A capacidade de gerenciar recursos, sistemas ou pessoas é desafio em qualquer area de atuação profissional. Para mostrar as principais exigências do mercado para uma gestão de resultado, a Incubadora do Agronegócio de Mossoró está promovendo o curso Gestão de Resultados: a excelência através de pessoas e processos. O curso tem como público universitários e empresários incubados é ministrado pelo consultor em administração e servidor da UFERSA, Radamés Dantas. O curso acontece na sala de treinamento da IAGRAM.
Segundo Radamés Dantas uma gestão de resultado tem como foco principal pessoas e processos, ou seja, quem executa e como executa. Com relação ao primeiro foco, a pessoa, deve-se levar em consideração o perfil, o profissionalismo e a competência de quem executa. “A partir da pessoa teremos um resultado satisfatório ou não”, afirma. No curso, adianta o instrutor, “os participantes vão ter uma noção sobre a matriz de análises de competência”.
Já com relação a processos, o como fazer, o instrutor aborda as teorias do sistema da organização onde são consideradas as tarefas, os procedimentos, os objetivos e também as pessoas que atuam na empresa. Os processos, frisa Radamés, acontecem dentro e fora da empresa/ instituição e visam a sua melhor funcionalidade.
“As mudanças que ocorrem na sociedade refletem nas empresas e vice-versa”, pontua o instrutor. “Daí, a importância do gestor ficar atento para as transformações da sociedade”, afirma. Ainda segundo Radames, a gestão de resultados leva a empresa obter resultados positivos, tornando o empreendimento cada vez mais sólido.
Para o coordenador da IAGRAM, Giorgio Ribeiro, a capacitação é mais uma forma da Incubadora sistematizar e incentivar o empreendedorismo dentro e fora da universidade. “É um curso importante para todas as áreas do conhecimento, onde engloba planejamento, organização, controle, resultados, entre outros temas que permeiam o empreendedorismo”, afirma Giorgio Ribeiro.

Professora da UFERSA apresenta artigo na RIO+20

 

A professora visitante da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Vera Lúcia Imperatriz, participou na semana passada da Rio+20 na categoria de debatedora. A professora integra o Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal. O trabalho é relacionado à importância das abelhas para o meio ambiente. Confira AQUI o artigo da professora.