quinta-feira, 28 de julho de 2011

Os primeiros passos rumo ao sucesso

Carlos Costa André

Começar um negócio já é um desafio imenso, torná-lo lucrativo e GRANDE é muito maior. Como o empreendedor deve trabalhar nos primeiros anos para escalar rapidamente seu negócio?


A tarefa do empreendedor não é fácil. São vários os desafios e ciladas com os quais um empresário se depara ao preparar a entrada de uma nova companhia no mercado ou planejar sua evolução. Alinhar a estratégia do negócio com a execução efetiva, estabelecendo uma estrutura para o crescimento saudável da empresa, é uma das missões mais complicadas.

O primeiro passo deve ser uma auto-análise da sua oferta.Como ela se compara em relação a de seus concorrentes, pontos fortes e fracos, para definição de qual será o seu posicionamento: baixo custo, serviço padrão e grande volume ou custo alto com serviço diferenciado.

A partir do momento em que você tem uma visão clara do seu posicionamento, você já deve começar a se fazer perguntas como: Qual é o meu público-alvo? Qual a minha capacidade de atendimento? Neste momento você tem que limitar o seu público-alvo, definindo o universo que tem maior propensão a comprar o seu produto, considerando a sua capacidade de cobertura. Assim você obterá sucesso de vendas em curto prazo.

Ao conhecer as limitações de sua empresa, você terá menos chances de errar na forma de atingir os seus consumidores e na maneira de atendê-los.E a fórmula para não errar é priorizar os clientes de acordo com o potencial de compra de cada um, sendo que este fator está diretamente relacionado à imagem que você escolheu para mostrar o seu produto ao mercado. Em outras palavras, é o buying behavior do cliente que deve determinar o foco de sua empresa.

Mas, atenção! Você deve ter cuidado redobrado com alguns perigos e armadilhas que podem aparecer no meio do caminho. Ao definir sua estratégia de negócio, não caia na tentação de disponibilizar ao mercado uma oferta sem valor agregado, mas a um preço alto. 
Isso fará com que você naufrague frente
aos concorrentes, sem conseguir encontrar um cliente que compre a sua ideia. O contrário também pode ser perigoso: uma oferta com alto valor agregado, vendida com um preço baixo, fará com que você não tenha lucratividade.

Você já terá começado bem com a definição do posicionamento do seu produto, do seu público-alvo e da estrutura necessária para entregar o seu produto. Porém esse é só o início de uma longa jornada que você, empreendedor, tem pela frente. Com esta coluna, espero muni-lo de dicas valiosas, que somadas às suas ideias, energia e vontade de que dê tudo certo, façam com que você trilhe o caminho do sucesso.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

12 dicas para pensar criativamente


Uma pequena lista de hábitos, atitudes e truques que podem ajudar a desenvolver o pensamento criativo:
 1 Pense sempre de modo positivo sobre suas habilidades criativas.
 2  Valorize a imaginação e a intuição, tanto quanto a razão e o conhecimento.
 3  Seja curioso – não deixe passarem as oportunidades de conhecer e explorar coisas diferentes e interessantes.
 4  Reserve um tempo para meditar, sonhar e explorar novos caminhos sem preocupações imediatas sobre praticidade e viabilidade.
 5  Habitue-se a separar os momentos de criação de ideias dos momentos de avaliação e julgamento.
 6  Desafie os preconceitos, normas e verdades absolutas – as suas, de outras pessoas e da sociedade.
 7  Transforme os erros e problemas em oportunidades de fazer algo diferente.
 8  Crie e explore alternativas – abandone a crença de que há uma única resposta certa.
 9  Tenha mais perguntas do que respostas – o que cria novidades não são as respostas prontas, mas as perguntas que questionam o saber dominante.
 10  Aproxime-se de e conviva com diferentes tipos de pessoas – amplie e diversifique suas relações sociais e profissionais.
 11  Anote imediatamente todas as suas ideias e pensamentos, não confie na memória.
 12  Aprenda e use as ferramentas de criatividade como o Brainstorming, Nove Janelas, SCAMPER, Mapa Mental para ajudá-lo a desenvolver suas habilidades criativas.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Quem está ajudando o Brasil a Empreender e Inovar ...

Para aquelas cidades que estão pensando em desenvolver ou implementar um Programa de Incubadora de Empresas, Parque Tecnológico, Arranjo Produtivo Local ou outro mecanismo de promoção de empreendedorismo e inovação para geração de emprego e renda, aí vão algumas dicas de quem está ajudando este movimento brasileiro a crescer e frutificar:

  •  GOVERNO FEDERAL – por meio de diversos programas dos Ministérios de: Ciência e Tecnologia; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Integração Nacional; Educação; Trabalho e outros - http://www.brasil.gov.br/;
  •  CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – www.cnpq.br;

  •  GOVERNOS ESTADUAIS – por meio das Secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação, Fundações de Apoio à C&T, Secretarias de Desenvolvimento e outros órgãos de âmbito estadual;

  •  GOVERNOS MUNICIPAIS – por meio das Secretarias Municipais de Ciência e Tecnologia, Secretarias de Desenvolvimento e outros órgãos voltados para o tema;
  •  UNIVERSIDADES, INSTITUTOS DE TECNOLOGIA, ESCOLAS TÉCNICAS e OUTRAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO e PESQUISA;

  •  SISTEMA CNI, FEDERAÇÕES DE INDÚSTRIA, SENAI e IEL – www.cni.com.br;

  •  ASSOCIAÇÕES DE CLASSE, ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS, etc..

Inovação: Empresária de 80 anos desenvolve produto inovador

July 25, 2011 by Inovação & Marketing
Filed under Noticia

Em 1998, chegou a hora de Sulamita Fejer se aposentar. A enérgica senhora argentina, que veio trabalhar no Brasil como representante de um centro tecnológico israelense, enfim poderia ter uma rotina mais tranquila. Só havia um problema. “Eu não sabia o que fazer com o resto do dia, depois do café da manhã”, afirma Sulamita. Assim, nos anos seguintes, ela usou o tempo livre para pesquisas e arrumou outras ocupações até que, em 2010, aos 80 anos, resolveu virar empresária.

Sulamita recebeu o iG no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), uma incubadora de empresas, na Universidade de São Paulo, onde 147 novas companhias estão sendo gestadas neste momento. A Initec, fundada por ela, não fica lá dentro, mas recebe ajuda deles para conseguir crédito, captar patrocínio, bolar planos de marketing, logotipo, banners e afins. Mas, afinal, o que ela vai vender? “O que vamos fazer, ninguém faz no mundo”, afirma com certo mistério. E saca da maleta um protetor bucal.

A Initec criou um novo protetor bucal esportivo – o que fará dela concorrente da Adidas, por exemplo. A novidade é que eles são customizados para cada atleta, melhorando o desempenho esportivo. A peça leva em conta as características da cavidade bucal e permite adaptações necessárias ao diferentes esportes.

Sulamita evita falar muito sobre o produto pois prefere resguardar supostas inovações exclusivas que ele traz. Mas explica que seus protetores requerem uma “moldagem”, processo em que o dentista tira a cópia da boca do paciente, para então produzir uma peça única – que irá protegê-lo mais e também permitir que respire melhor do que quando usa um protetor comum.

Mas, se ele é feito dessa forma quase artesanal, como produzi-lo em grande escala? Ela pensa em organizar mutirões. No momento, conversa com academias e federações esportivas. Garante que o processo é rápido e comercialmente viável. “Se 2 milhões de chineses quiserem usar, conseguimos fabricar”, diz. Sulamita também está criando uma rede de consultórios odontológicos parceiros, para descentralizar o processo.
Um protetor comum, conhecido como “aquece e morde”, pode ser comprado na farmácia por R$ 20. O dela, batizado de Sábio, custa R$ 180. Ela já vendeu algumas dezenas de unidades, mas afirma que o maior problema que enfrenta é cultural. “O atleta paga pela tatuagem, paga por uma camiseta de grife, mas não paga por sua proteção”, diz. “Para mim, o Sábio deixou de ser um produto e virou uma causa. O atleta brasileiro não está protegido da forma correta”.

“O protetor que ela criou dissipa o impacto, protegendo também a massa encefálica do atleta”, afirma Robson Bastos, diretor odontológico da Confederação Brasileira de Kickboxing e consultor da Initec. No Brasil, o uso do protetor é obrigatório no boxe e em lutas de contato. Nos EUA e na Europa, é usado num número maior de modalidades.

Alguns jogadores de futebol têm aderido aos protetores mais sofisticados, como Fábio, goleiro do Cruzeiro, e o atacante Cristiano Ronaldo, do Real Madrid. Mas, segundo pesquisas mostradas por Sulamita, 60% dos atletas não usam nenhum tipo de proteção bucal, 35% usam o tipo barato – o “aquece e morde” – e apenas 5% investem num modelo mais caro.
A empresária vê a Copa e as Olimpíadas que serão realizadas no Brasil como oportunidades de expandir a popularidade do protetor. Mas, sempre inquieta, reclama. “As autoridades estão preocupadas com aeroportos, estádios… E a saúde do atleta?” Será que isso, porém, fará uma senhora argentina torcer pelo sucesso do futebol brasileiro nesses eventos? “Sim, no futebol, eu choro quando vocês choram, aplaudo quando vocês aplaudem”, garante. E logo faz a ressalva: “só fico dividida em jogos contra a Argentina…”

sexta-feira, 22 de julho de 2011

IAGRAM em breve realizará seu II seminário

A Incubadora do Agronegócio de Mossoró - IAGRAM já está preparando o seu II seminário que abordará assuntos sobre empreendedorismo, empresas juniores e inovação. A equipe da incubadora já está finalizando o projeto do evento que irá trazer novidades que irá atrair toda a comunidade acadêmica de Mossoró. As palestras vão atender principalmente ao publico universitário com o objetivo de despertá-lo para o empreendedorismo no nosso semiárido. O evento promete ser um sucesso, como aconteceu na edição passada onde houve uma participação expressiva dos estudantes das universidades públicas e particulares da cidade, jovens empreendedores, professores, produtores rurais e empresas incubadas.


Segundo o coordenador da IAGRAM, Giorgio Mendes, nessa edição haverá muitas novidades em relação ao primeiro seminário, entre elas, os participantes irão receber um CD com todas as palestras, além de ter todas as palestras filmadas e  disponiveis  no site da IAGRAM. A outra novidade é que cada participante receberá um KIT-IAGRAM, composto por pasta personalizada da incubadora, caneta, boné, camisa e bloco de anotação. A equipe esta pensando também  na realização da apresentação de trabalhos pelos alunos universitarios.



A IAGRAM atualmente está com novo escritório localizado no prédio do CTARN onde funcionava a antiga sala de reunião, campus leste da Universidade Federal Rural do Semi-Àrido - UFERSA e assessora 18 empresas no ramo do agronegocio, entre elas, cooperativas, associações e empresas juniores criadas no âmbito da UFERSA.