quinta-feira, 14 de julho de 2011

Incubadoras da UFERSA aprovam projetos para suas incubadas


  


A Incubadora do Agronegócio de Mossoró – IAGRAM e a Incubadora do Agronegócio da Caprinovinocultura do Sertão do Cabugi – INEAGRO-CABUGI, ambas sob a gestão administrativa da Universidade Federal Rural do Semi-Àrido - UFERSA aprovam projetos na ordem de R$ 60.000,00 que vão beneficiar micro e pequenas empresas do Estado. A proposta apresentada pela IAGRAM tem como título Ações de Incubação no Agronegócio para Empresas vinculadas a IAGRAM, já a INEAGRO-CABUGI apresentou a proposta de Apoio à Inovação na Cadeia Produtiva da Caprinovinocultura. A chamada pública 01/2011 pelo qual participaram todas as incubadoras do Estado, constitui numa ação efetiva do SEBRAE/RN no sentido de apoiar as empresas incubadas das incubadoras de empresas, junto ao programa SEBRAE/RN de incubadoras de empresas, contribuindo para a consolidação e sustentabilidade no mercado , através do apoio técnico e financeiro às incubadoras em operação e que conste em seu quadro de resultados a existência de, no mínimo 03 (três) empresas graduadas. Os projetos aprovados deverão contemplar o atendimento às empresas incubadas no que tange às questões de gestão empresarial, acesso ao mercado, a inovação tecnológica e aos serviços financeiros.


Para o Coordenador da IAGRAM, Giorgio Mendes, esta iniciativa está inserida no esforço em apoiar e consolidar firmemente não só as empresas incubadas como também as incubadoras, tendo em vista que 30% dos recursos serão aplicados na operacionalização da incubadora. “ O SEBRAE tem sido o nosso grande parceiro incentivando o empreendedorismo na região e com isso apoiando o surgimento de novas empresas através do programa de incubadoras de empresas, gerando dessa forma, emprego e renda para a região através das incubadoras”frisou.

De acordo com Giorgio Mendes, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido também desempenha um papel importante nesse contexto, isso porque segundo o Coordenador da IAGRAM, o sucesso da incubadora depende em grande parte de sua relação com uma instituição acadêmica fortemente orientada na pesquisa, que não apenas fornece profissionais altamente qualificados para esses empreendimentos, mas também garante toda uma infraestrutura para a incubadora. “ de maneira geral, verifica-se certa resistência por parte das universidades e institutos de pesquisa em engajarem-se nesse processo, o envolvimento efetivo não tem sido um fato correntemente constatado, configurando-se uma situação de apoio simbólico, o que não é o caso da UFERSA, que vem apoiando as nossas incubadoras que hoje são referência no Estado.


Com duas incubadoras em operação, a equipe da IAGRAM e INEAGRO já cogita a possibilidade de ser criado um programa de incubação da universidade, com uma maior participação dos professores e alunos através de apresentação de projetos via incubadora para captação de recursos para trabalhar junto as empresas incubadas. “ Não faz sentido uma incubadora não ter a participação dos estudantes da universidade e para que isso aconteça é preciso captar recursos para podermos oferecer bolsas aos estudantes como forma de estímulo” comenta Giorgio Mendes


Atualmente a IAGRAM já faz um trabalho junto aos jovens da universidade, criou 04 (quatro) empresas juniores (SETUP, EMJUZ, 04 Elementos e AGRITEC) e ajudou na criação e vem apoiando a Vivenda´s Mudas e Plantas Ornamentais empresa formada por dois alunos do curso de Agronomia da Universidade Federal Rural do Semi-Àrido.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Nota de Pesar


Comunicamos, com muito pesar, que a Delegada da Receita Federal em Mossoró, CARLA SUELI BARBOSA MOREIRA, faleceu na manhã desta quarta-feira (13/07), após sofrer um acidente aéreo.

Carla, esposa do consultor da IAGRAM Adevaldo Buiati, voltava à Mossoró, após um treinamento na Superintendência em Recife, quando o voo em que ela estava (voo 4896 da Empresa área NOAR) caiu em Recife, sem deixar sobreviventes.

Ao tomarmos conhecimento   do infausto acontecimento da queda do avião que resultou na morte da esposa do nosso consultor, não podíamos deixar de vir junto do nosso prezado Buiati para em nome da IAGRAM e da UFERSA, apresentar sentidas condolências à família .

Sem poder traduzir os verdadeiros sentimentos que nos assolam neste momento difícil, transmitimos em nome da Incubadora, aos familiares da Carla Sueli, a nossa solidariedade e que a IAGRAM não deixará de apoiá-los em tudo o que estiver ao nosso alcance.

Giorgio Mendes Ribeiro
Coordenador Executivo

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Setor rural lidera criação de empregos formais em maio

O campo foi responsável pela criação de 79 mil vagas formais, enquanto o setor de serviços gerou 71 mil postos
por Agência Estado .

 
A agropecuária ultrapassou o setor de serviços em volume de geração de postos de trabalho formais no mês de maio, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-feira (20/06) pelo Ministério do Trabalho. O campo foi responsável pela criação de 79,5 mil vagas formais em maio, enquanto o setor de serviços, que geralmente lidera o ranking, gerou 71,2 mil postos. Todos os números são relativos ao saldo líquido - já descontadas as demissões do período.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, explicou o motivo que levou o setor rural a apresentar um número forte de contratações no mês passado. "Temos o cultivo de café em Minas e no Espírito Santo e grande produção de cana e laranja em São Paulo", considerou, destacando a importância da agricultura para o resultado. Ainda no mês passado, a indústria de transformação contribuiu com um resultado de 42,3 mil postos, enquanto a construção civil registrou 28,9 vagas.

Em termos absolutos, São Paulo foi o estado que gerou a maior quantidade de vagas com carteira assinada no mês passado (86,7 mil postos), seguido por Minas Gerais (56,9 mil postos), Rio de Janeiro (18,6 mil postos) e Paraná (16,7 mil postos).

O emprego no conjunto das nove áreas metropolitanas avaliadas pelo Caged apresentou incremento de 65 mil postos no mês passado. No interior desses aglomerados, porém, o crescimento foi maior no período: de 143,8 vagas. São analisadas as áreas da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Ferramentas Gerencias - Controles Internos



A vida moderna exige que exerçamos muitas atividades, tanto profissionais quanto pessoais, e diante de tantos compromissos e obrigações nos vemos incapacitados de resolvermos tudo. Para o produtor rural isso faz parte do seu dia a dia, pois todas as decisões giram em torno dele.

Como o produtor rural é um empreendedor necessita de tempo para pesquisar e avaliar a direção do seu negócio e dentro dessa “correria” acaba perdendo as oportunidades disponibilizadas pelo mercado. Uma forma eficiente de reduzir esta “correria” é a utilização de controles internos que forcem a equipe a cumprir o que é determinado e dentro do prazo correto.

Não é possível reduzir os gastos e riscos de um negócio sem organização. Sem informações precisas todas as decisões acabam sendo feitas no “achismo” e é em momentos de preços baixos que estas decisões causam maiores perdas.

Com o preço dos produtos agrícolas em alta e com previsão de manutenção nestes patamares, é ideal ao produtor rural repensar e investir em controles internos como forma de maximizar estes ganhos. A grande dificuldade é aceitar a necessidade de mudar em momentos de ganho e quando decide se depara com outro problema. A estrutura física e de pessoal não esta adequada para iniciar o processo de controle do negócio.

A dica é contratar um consultor em gestão para ajudar a organizar a estrutura física e para a contratação ou treinamento das pessoas que estarão envolvidas neste processo.
Isto requer investimento financeiro e dependendo da situação pode ser baixo ou alto. Entretanto ele é compensado com ganho de tempo e do produtor para gerenciar melhor seu empreendimento.
O mercado necessita de mais produtos e aumentar de produção exige mais tecnologia ou aumento da área. Aumentar a área exige investimentos elevados. Entretanto implantar novas tecnologias exigem maior organização e controle para que o resultado apareça. Existem inúmeras ferramentas disponíveis, entretanto as mais usadas podem não ser as melhores para o controle que você produtor necessita, é preciso avaliar o que mais se adapta a realidade do negócio e utilizar somente aquilo que apresenta melhor resultado.

É preciso pensar inicialmente no controle dos itens que representam as maiores saídas de recurso, como adubos, defensivos e óleo diesel. Mesmo que os controles iniciais sejam feitos a mão, mas o objetivo é que representem a realidade do negócio.

Controle só existe se representar a realidade e se os números forem condizentes com a parte física. Por isso se realmente quer conhecer e aumentar o seu negócio, controle e descubra informações que irão direcionar suas decisões para o que realmente interessa, ter LUCRO.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

IAGRAM qualifica empresas incubadas


Para garantir o aperfeiçoamento das empresas incubadas, a Incubadora do Agronegócio de Mossoró - IAGRAM, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, está viabilizando a participação das empresas no Seminário EMPRETEC, oferecido pelo SEBRAE. O seminário será realizado em Mossoró, no período de 18 a 22 de julho, das 8h as 18h.

O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. A metodologia é vivencial e interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Ainda serão oferecidos outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para execução.

Segundo o Coordenador Executivo da IAGRAM, Giorgio Mendes, o EMPRETEC, além de aprimorar o planejamento e a redução das chances de fracasso das empresas, melhora o desempenho empresarial e aumenta a segurança nas decisões dos empreendedores.

Dentre as empresas incubadas, participarão do seminário, por meio da IAGRAM, a Associação de Aquicultores do Vale do Apodi - AQUAPO, a Cooperativa de Produtores de Arroz e Fruticultores do Apodi - COOPAFA, a Empresa Júnior de Zootecnia - Emjuz e a Associação Tecnológica Potiguar - SETUP.